Galera segue um vídeo do TecMundo para manter o seu PC melhor refrigerado, confira é bem interessante!
sábado, 11 de fevereiro de 2012
O que podemos esperar do PlayStation 4?
Processador de 4,0 GHz, GPU de última geração e online por todos os lados. Mergulhamos nas possibilidades.
(Fonte da imagem: inGames)
Processador Cell, o pequeno notável do PlayStation 3. (Fonte da imagem: Érick Ribeiro)
A demo Samaritan, divulgada pela Epic Games, pode ser considerada como uma pequena amostra dos gráficos que estão por vir na próxima geração de jogos:
A GTX 560, da NVIDIA. (Fonte da imagem: Divulgação/NVIDIA)

PlayStation Home, a "rede social" do PS3. (Fonte da imagem: Divulgação/Sony)

A nova geração já está aí? Não de acordo com Microsoft e Sony, que afirmam ainda apostar todas as fichas no Xbox 360 e PlayStation 3. Afinal de contas, a chegada recente de controles de movimento para os dois consoles bem como as grandes franquias que ainda estão por vir deixam os aparelhos ainda em foco.
A chegada do Wii U, marcada para o final de 2012, porém, já faz com que os gamers voltem seus olhos para a próxima geração de video games. Por mais que as fabricantes ainda não tenham nada a anunciar — pelo menos em um futuro próximo —, o trabalho em novas plataformas está acontecendo enquanto você lê este artigo.
No ano passado, fizemos nossas apostas sobre o próximo Xbox. Agora, é hora de analisar o outro lado da moeda e pensar no que a Sony pode estar preparando para sua próxima geração de consoles de mesa.
Células poderosas
Melhorias no que já existe
Com o PlayStation 3, a Sony foi capaz de agradar a gregos e troianos. Ao mesmo tempo em que ofereceu uma arquitetura acessível para a criação de jogos multiplataforma, também deu plenos poderes aos desenvolvedores exclusivos com o Cell, um microprocessador refinado e extremamente poderoso.
No PlayStation 4, essa tendência deve continuar, mas de forma aprimorada. A Sony deve atender às reclamações de seus parceiros quanto à complexidade do console e desenvolver, ao lado da Toshiba, uma versão mais amigável e extremamente poderosa do Cell. A expectativa é de, pelo menos, 4,0 GHz, contra 3,2 do PS3, e o uso da mesma base PowerPC do antecessor, só que com um maior número de núcleos.
As resoluções mais altas do mundo?
Gráficos para ninguém botar defeito
Apesar de o processador ser o componente mais importante de qualquer equipamento, é no hardware gráfico que reside grande parte do potencial dos consoles. Com o PlayStation 4, a Sony deve mais uma vez investir em visuais de última geração, apresentando a seus fãs uma experiência nunca antes vista em um video game.
A demo Samaritan, divulgada pela Epic Games, pode ser considerada como uma pequena amostra dos gráficos que estão por vir na próxima geração de jogos:
Nesse campo, certas apostas são certeiras. O PlayStation 4 não deve aceitar nada abaixo de 1080p, uma resolução que, infelizmente, ainda não é um padrão na indústria de jogos. O 3D estereoscópico também deve ser parte integrante, com cada vez mais jogos sendo capazes de funcionar com a tecnologia.
Quando o assunto é a placa de vídeo do aparelho, especialistas e especuladores concordam: a parceria da Sony com a NVIDIA deve continuar. Há controvérsias, porém, quanto ao componente que será utilizado. Enquanto alguns afirmam que a empresa produzirá uma GPU exclusiva para o aparelho, outros apostam na adaptação de componentes da mais recente
geração para atender a todas as necessidades do console.
Entre os que apostam na segunda opção, a GTX 560 parece ser uma unanimidade. A utilização de uma placa gráfica já existente no mercado e amplamente utilizada pelo mercado de PCs também seria um auxílio a mais no desenvolvimento de jogos multiplataforma, descartando a necessidade de um desenvolvimento específico para o PlayStation 4.
Por outro lado, há quem acredite que o PlayStation 4 queira alcançar voos mais altos e um tanto absurdos. Declarações recentes de Masaaki Tsuruta, chefe de tecnologia da Sony, dão conta que o novo console poderia chegar até mesmo à altíssima resolução 8k, com impressionantes 4096x3112 pixels e taxa de 300 quadros por segundo. Nesse caso, é melhor preparar um bom sistema de resfriamento.
Quando se fala em performance, a RAM também é um fator a ser levado em conta. No mundo dos consoles, não existem números exorbitantes nesse quesito, e o PlayStation 4 deve contar com apenas 4 GB de memória DDR6. Mais do que isso não seria realmente necessário, a não ser que as afirmações Tsuruta realmente se tornem realidade e o novo console destrua todas as barreiras em termos de resolução.
Foco na distribuição digital
E o espaço necessário para armazenar tudo
O sucesso das plataformas Steam, PlayStation Network e Xbox LIVE são uma indicação inegável de que o futuro é cada vez mais digital. De forma a embarcar nessa onda, a Sony deve investir em consoles com HDs bem espaçosos, para acomodar todas as instalações de jogos físicos e os grandes títulos que, cada vez mais, estarão disponíveis apenas online.
Em um mundo de alta resolução e belíssimos gráficos, um disco rígido de no mínimo 160 GB pode ser esperado. Com o tempo, é possível esperar edições do PlayStation 4 com até 500 GB de armazenamento, permitindo que qualquer um baixe o que quiser à vontade, sem precisar ficar controlando espaço ou deletando títulos que não são mais jogados.
O mundo digital, porém, não deve substituir completamente a mídia física. A Sony já comentou que o PlayStation 4 ainda deve ter o Blu-ray como mídia de escolha para rodar seus jogos, mantendo também seu status de centro de entretenimento integrado.
Games conectados
As redes sociais vão chegar com tudo
Com o PlayStation 3, a Sony já mostrou sua intenção de ser mais do que um mero video game, entregando um ótimo player de Blu-ray e diversas opções de conteúdo no mesmo pacote. Com o Vita, o foco em funções que vão além dos jogos foi ainda mais intensificado, com integração direta a redes sociais, jogos que estão plenamente conectados e uso da conexão 3G, para competir com smartphones.
Não há motivos para que essa tendência não apenas continue, como também se torne ainda mais forte na próxima geração do PlayStation. A PSN, cada vez mais, deve se unir a sites de relacionamento como o Facebook e o Twitter, permitindo que o jogador compartilhe suas conquistas, jogos e interesses com todos os amigos e seguidores.
A criação de partidas também deve ser otimizada desta maneira, com uma única lista de contatos unificada. Nada de ficar pedindo IDs da PlayStation Network para seus amigos do Facebook: o próprio console será capaz de identificar quais de seus colegas também possuem um PS4.
Ainda, jogos poderiam levar em conta interesses e atividades do jogador para criar desafios e situações exclusivas. Assim, cada vez mais, a barreira entre games e realidade seria quebrada e ações no “mundo real” também contariam para a experiência.
Mas quando?
Uma revolução que ainda não tem data para chegar
Você está com os olhos brilhando depois de ler todas as perspectivas apontadas neste artigo? Saiba que, infelizmente, todo esse mundo de novidades ainda não tem uma data certa para chegar ao mercado. Como o PlayStation 3 foi o último console da sétima geração a ser lançado, é bem provável que a história se repita com o seu sucessor.
De acordo com a Sony, não veremos o PS4 pelo menos até a E3 2012, que acontece em julho. A partir daí, há uma incógnita com relação a datas, mas as expectativas mais otimistas indicam que veremos o novo console ainda neste ano. O lançamento, porém, estaria previsto para o Natal de 2013.
O que você espera do PlayStation 4? Concorda com as nossas expectativas? Deixe sua opinião nos comentários!
sábado, 15 de outubro de 2011
Urinol com sensor de temperatura deixa a ida ao banheiro mais divertida
Além de saber a temperatura da urina, você pode até fazer desenhos na superfície do local.
(Fonte da imagem: Matrix Agents)
Não é tão incrível como jogar video game enquanto usa o mictório, mas o Tumblr Matrix Agents encontrou mais uma forma divertida para o homem passar o tempo enquanto satisfaz suas necessidades pessoais.
Na foto, é possível notar que o urinol possui um sensor de temperatura, que mede a quantidade de calor na urina expelida por cada um. O resultado é uma série de cores diferentes na superfície do local, criando desenhos variados.
Apesar de ninguém ter identificado a origem (e a veracidade) do urinol-termômetro, o jornal The Independent dá dicas valiosas para quem deseja montar seu próprio sensor em casa: é só comprar um vidro ou um tipo de cerâmica que possuem a mesma propriedade de detecção
Não é tão incrível como jogar video game enquanto usa o mictório, mas o Tumblr Matrix Agents encontrou mais uma forma divertida para o homem passar o tempo enquanto satisfaz suas necessidades pessoais.
Na foto, é possível notar que o urinol possui um sensor de temperatura, que mede a quantidade de calor na urina expelida por cada um. O resultado é uma série de cores diferentes na superfície do local, criando desenhos variados.
Apesar de ninguém ter identificado a origem (e a veracidade) do urinol-termômetro, o jornal The Independent dá dicas valiosas para quem deseja montar seu próprio sensor em casa: é só comprar um vidro ou um tipo de cerâmica que possuem a mesma propriedade de detecção
sábado, 8 de outubro de 2011
Steve Jobs: gênio honorário dos games
Entenda melhor a influência e empreitadas da Apple no mundo dos vídeo-games.
(Fonte da imagem: Apple)No último dia 5, um dos maiores gênio tecnológicos da nossa era perdeu uma longa batalha contra um câncer pancreático. Naturalmente, Qualquer um que hoje engordura freneticamente a tela de um lustroso iPhone 4 ou de um iPad sabe que não apenas o seu novo gadget, mas também todo um estilo de vida que veio com este, representam parte do enorme legado deixado por Steve Jobs.
Mas será que o símbolo maior da Apple poderia ser citado por seus méritos em relação à hoje multibilionária indústria de games? Afinal, é provavelmente bem sabido pela grande maioria dos adeptos às novidades tecnológicas que Jobs praticamente não se envolveu com o desenvolvimento direto de jogos eletrônicos. Ok, há o desenvolvimento do arcade Breakout (em conjunto com o cofundador da Apple, Steve Wozniak).
O que pouca gente sabe é que a Apple tentou, em meados dos anos 1990, entrar em um mercado de games dominado por SEGA e Nintendo. A empresa da maçã criou o Pippin, aparelho que era uma mistura de computador pessoal, console educacional e aparelho de video game.
(Fonte da imagem: Divulgação/Apple)
A própria Apple não seria a fabricante do aparelho e queria que outras empresas assumissem sua produção, dando ao Pippin a cara e funções que desejasse. Com controles e teclados sem fio, o aparelho compartilhava jogos com os computadores da marca e chegou ao mercado pelas mãos da Bandai. No total, o Pippin recebeu 18 games e vendeu 50 mil unidades nos dois anos em que esteve nas prateleiras.
Entretanto, convém dar uma olhada no suporte construído indiretamente ao longo dos anos, tanto pela Apple, como por Steve Jobs diretamente. De fato, não é preciso um grande faro para perceber que tanto o estilo atual de desenvolvimento de jogos quanto o mercado associado ao entretenimento eletrônico devem seus formatos aos esforços e ao caráter visionário de Jobs e de sua indissociável empresa. Talvez o ano de 1984 seja um bom começo.
(Fonte da imagem: Divulgação/Apple)
O primeiro Macintosh foi lançado em 1984, e com ele era materializada a ideia de que seria possível contar com as facilidades da computação em ambiente doméstico. O Mac inaugural também foi o primeiro a substituir as abstratas linhas de comando por uma intuitiva interface gráfica... Acrescentando ainda um estranho periférico: o “mouse” — que não foi unanimemente bem recebido à época, diga-se de passagem.
Embora a Apple tenha passado por períodos um tanto conturbados nos anos seguintes, é provavelmente desnecessário reforçar o quão relevantes foram as estruturas inauguradas pelo primeiro Mac para o formato atual dos games.
Mas o que parecia ser a mais completa e caótica anarquia acabou por ser incorporado em um novo formato de vendas, algo completamente sem precedentes. Sem qualquer exagero, pode-se dizer que o modelo de negócios inaugurado pelo iTunes ajudou a devolver o valor comercial às faixas que navegavam livremente pela internet, devolvendo a indústria fonográfica, ao menos em parte, à normalidade.
Embora, novamente, um advento de Jobs não envolvesse diretamente a indústria de jogos, é fácil observar que o sistema de pagamento rápido e fácil por conteúdos para download popularizado pelo iTunes acabou por pautar, direta ou indiretamente, todo o comércio digital de jogos atual.
Mas o iPhone original mudaria radicalmente esse cenário. A popularização absurda do smartphone da Apple fez pela telefonia móvel o que a Nintendo fez pelos consoles: levou novos formatos de jogos a um público não necessariamente hardcore.
De fato, qualquer prognóstico minimamente razoável pode prever a queda inevitável dos consoles dedicados à jogabilidade portátil por algo que é, ao mesmo tempo, multifunção e baseado em uma forma de comércio extremamente simples e convidativa — tanto para consumidores quanto para desenvolvedores
“Steve e eu nos encontramos pela primeira vez há uns 30 anos, e fomos colegas, competidores e amigos durante o curso de mais da metade de nossas vidas. O mundo raramente vê alguém que causa um impacto tão profundo quanto Steve causou, e os efeitos serão sentidos pelas gerações vindouras. Para aqueles entre nós sortudos o suficiente para trabalhar com ele, foi uma enorme honra. Eu vou sentir imensamente a falta de Steve.” (Bill Gates, presidente da Microsoft)
“Steve avisou para ‘encontrarmos o que amamos’. Ele achou o que amava, e mudou todo o nosso mundo fazendo isso. A sua paixão uniu tantas pessoas talentosas para focar em inovações, em qualidade, em usabilidade. O verdadeiro legado de Steve não está apenas nos produtos, mas na sua visão que guiou a Apple para o futuro.” (Michael Capps, presidente da Epic Games)
“Steve Jobs. Um grande, grande homem. Há um buraco no coração de cada geek nesta noite... Não tenho o meu coração quebrado pela morte de uma celebridade desde John Lennon.” (Ken Levine, “chefão” da Irrational Games)
“Steve foi único. Para muitos de nós que trabalham com tecnologia e entretenimento, Steve foi um novo tipo de herói que lidera com movimentos grandes, arrojados e que não busca menos do que a perfeição. Ele é o melhor modelo para um líder que aspira ser grande.” (John Riccitiello, CEO da Electronic Arts)
(Fonte da imagem: Unitechy)
Por fim, as criações de Steve Jobs, parecem, de fato, não se resumir a aparelho onerosos pelos quais boa parte das pessoas torra suas economias. Com suas criações, o gênio maior da Apple parece ter fornecido não apenas novos formatos, mas também um exemplo de inspiração capaz de prever e ditar tendências em igual medida. Para além dos games e da própria tecnologia
Mas será que o símbolo maior da Apple poderia ser citado por seus méritos em relação à hoje multibilionária indústria de games? Afinal, é provavelmente bem sabido pela grande maioria dos adeptos às novidades tecnológicas que Jobs praticamente não se envolveu com o desenvolvimento direto de jogos eletrônicos. Ok, há o desenvolvimento do arcade Breakout (em conjunto com o cofundador da Apple, Steve Wozniak).
O que pouca gente sabe é que a Apple tentou, em meados dos anos 1990, entrar em um mercado de games dominado por SEGA e Nintendo. A empresa da maçã criou o Pippin, aparelho que era uma mistura de computador pessoal, console educacional e aparelho de video game.
A própria Apple não seria a fabricante do aparelho e queria que outras empresas assumissem sua produção, dando ao Pippin a cara e funções que desejasse. Com controles e teclados sem fio, o aparelho compartilhava jogos com os computadores da marca e chegou ao mercado pelas mãos da Bandai. No total, o Pippin recebeu 18 games e vendeu 50 mil unidades nos dois anos em que esteve nas prateleiras.
Meus parabéns, há um computador no seu quarto!
Macintosh e a revolução da computação pessoal
Embora hoje pareça bastante natural que cada indivíduo com um mínimo de poder aquisitivo tenha seu próprio computador (ou unidade afim), naturalmente, isso nem sempre foi assim. De fato, se você hoje dá sentido a grande parte da sua existência distribuindo headshots em jogos de tiro online, é bom saber que isso se deve, ao menos em parte, ao caráter visionário de Steve Jobs.O primeiro Macintosh foi lançado em 1984, e com ele era materializada a ideia de que seria possível contar com as facilidades da computação em ambiente doméstico. O Mac inaugural também foi o primeiro a substituir as abstratas linhas de comando por uma intuitiva interface gráfica... Acrescentando ainda um estranho periférico: o “mouse” — que não foi unanimemente bem recebido à época, diga-se de passagem.
Embora a Apple tenha passado por períodos um tanto conturbados nos anos seguintes, é provavelmente desnecessário reforçar o quão relevantes foram as estruturas inauguradas pelo primeiro Mac para o formato atual dos games.
Um bastião antipirataria
iTunes e um nova forma de comércio
A tremenda popularização do MP3 foi, possivelmente, a mudança mais dramática já experimentada pela indústria fonográfica desde que Beatles resolveram que gravar discos poderia ser mais interessante do que fazer shows. Afinal, provavelmente poucos, mesmo entre os mais moralistas, continuaram alegremente comprando CDs diante da possibilidade de conseguir qualquer música com uma rápida busca.Embora, novamente, um advento de Jobs não envolvesse diretamente a indústria de jogos, é fácil observar que o sistema de pagamento rápido e fácil por conteúdos para download popularizado pelo iTunes acabou por pautar, direta ou indiretamente, todo o comércio digital de jogos atual.
Poderoso e popular
iPhone, o seu primeiro celular com poder real de fogo
Qualquer um que encarasse os jogos para celular desenvolvidos durante boa parte dos anos 90 possivelmente não acreditaria que o fenômeno atual da jogatina móvel seria possível. Afinal, boa parte da experiência à época resumia-se a fazer com que uma cobrinha ganhasse mais e mais pedaços em uma tela, podendo existir ainda uma pequena variação do Tetris original. Mas era isso.Mas o iPhone original mudaria radicalmente esse cenário. A popularização absurda do smartphone da Apple fez pela telefonia móvel o que a Nintendo fez pelos consoles: levou novos formatos de jogos a um público não necessariamente hardcore.
De fato, qualquer prognóstico minimamente razoável pode prever a queda inevitável dos consoles dedicados à jogabilidade portátil por algo que é, ao mesmo tempo, multifunção e baseado em uma forma de comércio extremamente simples e convidativa — tanto para consumidores quanto para desenvolvedores
Um epitáfio poderia trazer...
Referências da indústria comentam a morte de Steve Jobs
Após o anúncio da morte de Steve Jobs, várias figuras proeminentes da indústria de tecnologia, de forma geral, e dos games, em particular, resolveram deixar sua homenagem ao gênio maior da Apple. Confira algumas mensagens abaixo (conforme veiculado pelo USA Today):“Steve e eu nos encontramos pela primeira vez há uns 30 anos, e fomos colegas, competidores e amigos durante o curso de mais da metade de nossas vidas. O mundo raramente vê alguém que causa um impacto tão profundo quanto Steve causou, e os efeitos serão sentidos pelas gerações vindouras. Para aqueles entre nós sortudos o suficiente para trabalhar com ele, foi uma enorme honra. Eu vou sentir imensamente a falta de Steve.” (Bill Gates, presidente da Microsoft)
“Steve avisou para ‘encontrarmos o que amamos’. Ele achou o que amava, e mudou todo o nosso mundo fazendo isso. A sua paixão uniu tantas pessoas talentosas para focar em inovações, em qualidade, em usabilidade. O verdadeiro legado de Steve não está apenas nos produtos, mas na sua visão que guiou a Apple para o futuro.” (Michael Capps, presidente da Epic Games)
“Steve Jobs. Um grande, grande homem. Há um buraco no coração de cada geek nesta noite... Não tenho o meu coração quebrado pela morte de uma celebridade desde John Lennon.” (Ken Levine, “chefão” da Irrational Games)
“Steve foi único. Para muitos de nós que trabalham com tecnologia e entretenimento, Steve foi um novo tipo de herói que lidera com movimentos grandes, arrojados e que não busca menos do que a perfeição. Ele é o melhor modelo para um líder que aspira ser grande.” (John Riccitiello, CEO da Electronic Arts)
Por fim, as criações de Steve Jobs, parecem, de fato, não se resumir a aparelho onerosos pelos quais boa parte das pessoas torra suas economias. Com suas criações, o gênio maior da Apple parece ter fornecido não apenas novos formatos, mas também um exemplo de inspiração capaz de prever e ditar tendências em igual medida. Para além dos games e da própria tecnologia
Assinar:
Postagens (Atom)